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PUBLICADO
EM 23/ 04/ 2009 |
“Noite
Cigana” e “Sem Conserto” são atrações
confirmadas no Festival Curitibano de Circo
"Sem Conserto” faz uma viagem musical ao contar a história
do lançamento de um disco, que quebra antes de ser lançado. “Noite
Cigana” apresenta conflitos de um casal cigano, com muita palhaçada
e música
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“Noite Cigana” conta
a história de um casal que apresenta conflitos iguais aos relacionamentos
modernos, porém dentro de uma família cigana. O espetáculo
traz para o circo, teatro, música e palhaços no dia 17
de maio, às 17h, no Teatro da Reitoria. A Cia. Peti Poá apresenta
também o espetáculo “Tenaz”, no dia 14 de
maio, nas Escadarias da UFPR, às 15h, e no mesmo local, dia
15, às 17h, dia 16, também às 17h, no Memorial
de Curitiba.
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História do Circo
– Não
existe data específica ou fato concreto que determine o início
dos espetáculos circenses no mundo. Talvez com a primeira
gargalhada de alguém que ouviu uma piada, nasceu o principal
artista do circo o palhaço. Mas um detalhe é certo.
O circo é tão antigo quanto o tempo, e quanto a arte
circense.
Na China, muito anos antes de Cristo o circo começou a engatinhar, com os famosos grupos acrobatas, nos festivais, além de domadores de animais, equilibristas de corda bamba e os engolidores de fogo. No império romano, as principais apresentações eram feitas em construções circulares, com arquibancadas para o público, que receberam o nome de “circus”. Porém, com muita violência. Nos primeiros anos depois de Cristo surgiram os Marinheiros Voadores. Em cada porto que paravam, os marinheiros transformavam os navios em circos, mostrando as suas acrobacias pelos mastros e ganhando um dinheirinho em cada cidade. Os ciganos também eram habilidosos com cavalos, que junto com os saltimbancos divertiam o público em feiras e praças públicas, durante a Idade Média. Neste época, eram famosos os mágicos, ilusionistas e malabaristas. Em 1770, um inglês chamado Philip Astley teve a idéia de que todos os artistas, saltimbancos, acrobatas, cavaleiros, palhaços deveriam se apresentar juntos e num ambiente arredondado. Foi Charles, Hughes, em 1772, também inglês que criou uma das primeiras companhias de espetáculo do mundo e deu-lhe o nome de “Royal Circus”, homenageando os romanos da época. De lá para cá, os artistas e os circos foram se espalhando pelo mundo. |
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